Oficiais da Força Aérea deixam Protecção Civil

Protecção Civil está há três meses sem director de meios aéreos. Oficias foram colocados em Junho por recomendação do Parlamento.

Com o objectivo de aprofundar a colaboração entre a Força Aérea e a Autoridade Nacional da Protecção Civil, o Parlamento decidiu, em Junho do ano anterior, integrar três oficiais daquele ramo na ANPC. No entanto, apenas um dos elementos da Força Aérea Portuguesa continua na Direcção de Serviços de Meios Aéreos.

De acordo com a notícia avançada pela TSF, o coronel Cipriano Figueiredo, nomeado como director dos meios aéreos formalmente em Outubro, acabou por se demitir no início de Dezembro. Apesar de não se saberem quais as razões da sua saída, a decisão aconteceu depois do falhanço no concurso para alugar meios aéreos para 2018 e de se saber que os Kamov do Estado (helicópteros pesados destinados a várias missões) estão parados.

O tenente-coronel Abílio Martins também decidiu abandonar a Protecção Civil pouco tempo depois: a 18 de Dezembro de 2017. À TSF, o responsável explica que pediu a passagem à reserva depois de ter reunido as condições mínimas para o fazer, algo que já tinha programado há uns anos.

A tenente-coronel Joana Almeida é a única que se mantém em funcões na ANPC, dos três oficiais da Força Aérea colocados em Junho.

Fonte: Sábado

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