Médium entrevista Maddie: “O meu pai disse a um homem para me levar”

Médium norte-americana garante ter entrevistado Maddie McCann e que a menina desaparecida há 11 anos morreu e que o responsável é o pai.

Na entrevista a uma médium norte-americana, que garante que “Madeleine McCann está no Além”, ficam a saber-se, acreditando nas capacidades mediúnicas desta mulher, vários pormenores relacionados com o desaparecimento de Maddie, que hoje teria 15 anos, feitos a 12 de maio.

Kate McCann, antiga médica anestesista e de clínica geral, e Gerry McCann, cardiologista no Hospital Glenfield em Leicester, deram o desaparecimento da sua filha Maddie de um apartamento de férias na noite de 3 de maio de 2007, na Praia da Luz, no Algarve.

Pouco mais de 11 anos passados, garante-se que a criança então a fazer quatro anos “morreu”, de acordo com o testemunho agora revelado por Elisa Medhus, que aparentemente fala com o filho Erik, que se suicidou, e que lhe traz notícias do ‘‘outro’’ lado.

Quem surge nesta perturbadora entrevista em vídeo, é a irmã de Erik, que Elisa trata sempre pelo nome do filho morto, Erik. A conversa começa com o enquadramento do que se terá passado naquela noite e com as teorias de conspiração a partir daí produzidas. Depois, inicia-se a entrevista ao espírito de Madeleine.

“Olá” – diz Maddie, no início desta entrevista [que ainda se apresenta como uma “menina pequenina”, explica Erik]. “Maddie não quer revelar tudo, porque pode magoar algumas pessoas”, prossegue o intermediário da criança.

Naquela noite, em que desapareceu, Madeleine revela que teve “um pesadelo”. “Acordei. Acordei a chorar e porque estava a chorar o meu irmãozinho acordou também. Eu chorava e chamava pela minha mãezinha, mas ela não veio”.

“Deram-me remédios para eu voltar a  adormecer”, ‘diz’ Maddie McCann.

“Finalmente, a mãe e o pai apareceram. Eu estava frustrada porque eles demoraram muito a chegar. E porque eu tive de esperar muito tempo”, recorda Maddie McCann. “Eles ficaram zangados por eu estar a chorar e por estar zangada e mandaram-me voltar a dormir, que eu ‘precisava de dormir’. E deram-me remédios para eu voltar a  adormecer”.

Depois de, alegadamente, os pais de Madeleine deixarem a casa, “apareceu um amigo do pai”, descreve a criança. Neste momento, Erik tenta perceber se, no momento em que o amigo do pai surge para levá-la, ela ainda estava viva ou se já tinha morrido. E Madeleine acaba por dizer que “quando estava a ser carregada ao colo [pelo amigo do pai] já tinha morrido”.

“ Foi por causa dos medicamentos?”– pergunta Elisa Medhus. “Sim, foi overdose”, responde Maddie. Elisa insiste em aprofundar o momento e pergunta se os pais sabiam o que tinha acontecido e Madeleine responde. “Só o meu paizinho”.

Elisa pergunta se a mãe não sabia de nada e a resposta de Madeleine McCann é pronta. “Agora ela já sabe, mas na altura ainda não sabia. Fiquei confusa naquele momento porque o paizinho disse ao homem para me levar dali. Puseram-me num carro e levaram-me”.

“O meu pai disse à polícia que eu tinha desaparecido porque ‘não queria perder tudo’ aquilo por que tinha trabalhado tanto”, justifica Maddie, que se recusa a dar os nomes de quem a transportou na viatura, mas explica ter sido levada por “estradas sujas”.

“Não se livraram logo do meu corpo. Esconderam-me até perceberem o que fazer comigo e depois deitaram-me à água. Estou num sítio muito fundo, e há aqui navios [cargueiros] a passarem”, retrata Madeleine. Erik supõe, pela paisagem que a menina lhe descreve, que poderá ser “um porto marítimo porque há muitos barcos de carga a passarem”.

“As lições que os meus pais vão tirar disto estão por chegar, perdoei os meus pais. As respostas estão a chegar e as lições que os meus pais vão tirar disto também. A minha principal preocupação é a de proteger os meus irmãos, não quero que aconteça o mesmo ao meu irmão e à minha irmã. Não culpo a minha mãe, mas ela está a proteger alguém que esconde coisas, mas a verdade vai saber-se”.

Fonte: Nova Gente

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